Resenhando: Lola e o Garoto da Casa ao Lado

Livro: Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Autora: Stephanie Perkins 
Editora: Novo Conceito
Avaliação: 5 estrelas e 1 uma lua de muita fofura *-*







A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.







Deliciosamente fofo, divertido e mesmo que eu tente evitar comparações, não posso deixar de fazer isso. A notícia boa é que apesar de você já ter noção do rumo da história, de como os personagens irão agir, bem ao jeitinho da Stephanie, consegue se deliciar com isso. Não deixou nada a desejar para Anna e o Beijo Francês e, inclusive, conseguimos relembrar um pouco o amor de Anna e St. Clair no decorrer do livro já que os dois são amigos de Lola. Continuam fofos e, não, não tem má notícia.

Lola é uma garota incomum, com roupas extravagantes e que não acredita em roupas, acredita em figurino. E não é à toa, porque ela consegue extrair diversas combinações, vivendo em um mundo absurdamente colorido e isso que a faz tão divertida. Você percebe em alguns momentos a insegurança e fragilidade dela, o que não significa que ela não consiga ser forte e segura nos momentos que precisa ser. Absolutamente encantadora e distraída, Lola tem 17 anos, namora um roqueiro de 22 anos e um de seus desejos é nunca mais ter que ver os gêmeos Bell, seus ex-vizinhos, novamente. 

No início da história, há um pouco de mistério sobre o que os gêmeos podem ter feito para Lola desejar tão ardentemente não mais vê-los. Porém, quando eles retornam à antiga casa, o muro de eles não existem da Lola cai por terra. Vamos entendendo aos poucos o motivo disso, o que nos faz entender um pouco mais da personalidade da protagonista. Não vamos estragar o mistério, que na verdade não é muito misterioso, mas ainda sim, muito delicioso à sua maneira. 

Claro que eu me apaixonei pela criatividade dela, eu que vivo meio que por dentro desse mundo da moda, achei muito inspirador os looks da Lola, mesmo que bastante loucos. Acho importante ela se aceitar como é e não dar brecha para as pessoas que a recriminam por usar trajes bastantes coloridos. Interessante é a relação muito fofa dos pais dela, que são literalmente, dois pais. O bairro é todo colorido e muito gay mesmo. 

Sem mais delongas, odiei o Max, mas adorei o ambiente, livrarias, cafés, tudo um sonho meio alternativo. Já o Cricket, o gêmeo lindo, fofo, arrasador Bell, é muito perfeito. Achei engraçado ele ser muito alto, enquanto o St. Clair é quase um anão, acho que isso foi bem proposital UASUHAUSHA. As conversas com Lola através da janela são lindas e ele é tão respeitador <3.

A diagramação do livro é perfeita, páginas amarelas, só achei as letras um pouco pequenininhas, mas não dificulta o entendimento. A capa combina bastante com o conteúdo. Novo Conceito arrasou. 

Me deliciei demais com este livro e só durou um dia nas minhas mãos, mas eu recomendo muitíssimo para uma tarde ou noite divertidíssima. 

“— Então, porque ele fez isso?
Cricket passa a mão pelo cabelo.
— Pela mesma razão que todo mundo comete erros. Ele se apaixonou.”

“Valorizam demais o que é perfeito. Perfeição é um tédio.”

“Queria que não doesse pensar nele. E não estou chateada porque queria ficar com ele, não estou mesmo, mas ele foi muito importante para mim durante tanto tempo. Ele era meu futuro. E agora ele não é nada. Ele foi o primeiro, o que significa que nunca serei capaz de esquecê-lo; já eu desaparecerei de sua memória. E breve, serei apenas mais uma na sua lista.”

 Beijos,





Vem aí...

Leitores lindos do Céu de Letras  vamos ver o que as editoras prepararam para nós neste mês de maio.

NOVO CONCEITO



INTRÍNSECA



ARQUEIRO



ROCCO


SUMA DE LETRAS



Quem vai à falência junto comigo nesse mês? Desejando praticamente todos rsrsrs. Qual os lançamentos mais desejados por vocês? =D



Resenhando: Aníbal e Arquimedes





 Livro: Aníbal e Arquimedes
Autora: Regina Gonçalves
Editora: Viajante Do tempo
Avaliação: 4 estrelas

O jovem Caio Zip surge em Cartago e é enviado à Itália para ajudar o grande general Aníbal, em guerra contra Roma. Lá, Caio vê como Aníbal usa a lógica do inimigo para ganhar a batalha e percebe a monstruosidade que é uma guerra. Depois vai a Siracusa ajudar Arquimedes nas suas grandes invenções e termina em Alexandria, conhecendo a grande biblioteca. Uma fascinante viagem às grandes civilizações da antiguidade. Estimula nos jovens o gosto pela Matemática, Física e História das civilizações. Livro da série de Ficção Histórica Educacional “Caio Zip, o Viajante do Tempo”, que diverte, atiça a curiosidade e integra diversos campos do saber, tais como: História, Arte, Filosofia, Ciências e Matemática.


Olha o Caio Zip viajando de novo e dessa vez ele foi para Cartago em 218 a.C. em plena Segunda Guerra Púnica.  E nessa nova aventura do viajante do tempo conheceremos um pouco mais do General Aníbal e Arquimedes.

Para quem não sabe A Segunda Guerra Púnica é o mais conhecido dos confrontos bélicos acontecidos no quadro das Guerras Púnicas entre as duas potências que então dominavam o Mediterrâneo ocidental: Roma e Cartago. A contenda acostuma datar-se desde 218 a.C., data da declaração de guerra de Roma após a destruição de Sagunto, até 201 a.C., em que Aníbal eCipião acordaram as condições da rendição de Cartago. fonte:Wikipedia =P

Caio Zip estava enterrado e  com sorte escapa, então ele acaba indo parar em uma praia onde ocorreu  um naufrágio e consegue um convite para ir com os sobreviventes a Cartago. Onde começa a aventura, e vamos aprendendo um pouco sobre os costumes e cultura da civilização cartaginesa, como era a sociedade, o comércio, e os costumes e é  também em Cartago que o Caio conhece  Aníbal, um grande guerreiro e totalmente estrategista e Eurípedes, que fora um “professor” de Aníbal. Essa primeira parte é volta para a histórias de Aníbal e suas estratégias de batalha, como estudava seus inimigos e seus truques para lutar as batalhas.

"Somente você, Aníbal para fazer duas façanhas tão audaciosas"

A segunda parte o livro é dedicada ao Arquimedes, onde Caio vai ajuda-lo em seus experimentos e invenções. Confesso que nunca fui fã do Arquimedes  mas foi bem interessante saber como nasceram algumas de suas invenções e sabe aquela história de sair pelado gritando EUREKA!! não foi bem assim.

"Tudo é uma ilusão, meu amigo, tudo é possível. Passado, presente e futuro vivem somente dentro de nós. Nós fazemos parte de um todo e nós todos somos um só"

Mais uma vez a Regina Gonçalves nos traz um livro fascinante, com uma narrativa elaborada revelando que houve uma extensa pesquisa sobre os personagens principais e a sociedade e costumes na qual eles estavam inseridos. A diagramação é ótima com folhas amarelas e letras não muito pequenas. Minha sincera opnião sobre os livros da série Caio Zip, o viajante do tempo é que eles deveriam ser adotados nas escolas aprender história, física, artes e muitas outras coisas de uma maneira interessante, divertida e de fácil entendimento.




Livro x filme: Ponte para Terabítia



Livro: Ponte para Terabítia
Autor: Katherine Paterson
Editora: Salamandra 
Avaliação: 5 estrelas 


Filme: Ponte para Terabítia (Bridge to Terabithia)
Ano: 2007
Gênero: Fantasia e Drama
Direção: Gábor Csupó

Distribuição Walt Disney Pictures
Avaliação: 5 estrelas 



Jess Aarons, um garoto de 10 anos, passou o verão treinando para ser o campeão de corrida da escola. Na volta às aulas, é ultrapassado por uma aluna nova. Os dois tornam-se grandes amigos, e criam um reino imaginário chamado Terabítia, onde governam soberanos protegidos das ameaças e zombarias da vida cotidiana. Até que um dia, uma fatalidade os separa, e Jess precisa ser forte para enfrentar essa triste realidade.













Não sei por qual eu me apaixonei mais! Ontem foi um dia torturante, comecei a ler Ponte para Terabítia devido ao enorme amor de uma amiga por esse livro, rs. Achava que seria bom, mas jamais imaginei que 160 páginas pudessem me encantar tanto e derramar tantas lágrimas. Achei o filme muito semelhante ao livro (lê-se aqui: me fez chorar do mesmo jeito) e o que era diferente só enriqueceu o que tem de melhor no livro. 



Jess Aarons é um menino um pouco diferente, ele tem aspirações artísticas incompreendidas por todas as pessoas ao seu redor, principalmente seu pai, o clássico achar que ele tem que fazer algo produtivo, rs. Então, a única pessoa que o incentiva a continuar seus lindos desenhos é sua professora de música, Miss Edmunds. Porém, quando sua nova vizinha chega (Leslie), os dois iniciam uma amizade que nada poderia destruir, ela é tão bonita e firmada que não parece realidade quando a vida vem e dá seu jeito. 

O que mais gostei no filme foi sobre o reino de Terabítia em si, que é o lugar secreto de Leslie e Jess, foi absolutamente encantador. Eu amei todas as cenas que nos proporcionavam com riqueza o quanto a imaginação de uma criança pode ser rica e maravilhosa. 

Ao mesmo tempo em que pode ser encantadora, pode ser uma história verdadeiramente triste e que mexeu muito comigo, por motivos de spoilers pra quem ainda não leu, não vou revelar o que acontece, mas creio que a maioria já saiba porque é bem conhecido. 

Enfim, a escolha do elenco para o filme não deixou nada a desejar, o Josh e AnnaSophia (Jess e Leslie) foram brilhantes no papel, combinaram perfeitamente, sem falar na fofa da Bailee Madison que faz a irmã mais nova de Jess, dá vontade de apertar tanta fofura. 

Ambos, filme e livro, foram perfeitos, na minha opinião. O que me leva a dizer que eu recomendo muito, por ser uma história curta e singela que emociona e que te faz refletir um pouco. O livro e o filme se entrelaçam de tal forma, que se complementam. 


Beijos, 






Divulgação: A Marca de Atena


É com pulinhos e gritinhos  grande alegria que venho convidar  vocês para o evento de lançamento do livro A Marca de Atena do Rick Riordan, Tio Rick para os íntimos =D, na Livraria Universitária do Riverside Walk Shopping. Não Percam



E só pra gente ir entrando no clima a sinopse do livro:

Annabeth está apavorada. Justo quando ela está prestes a reencontrar Percy - após seis meses afastados por culpa de Hera -, o Acampamento Júpiter parece estar se preparando para o combate. A bordo do Argo II com os amigos Jason, Piper e Leo, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma de guerra grega: afinal, com um dragão de bronze fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece mesmo nada amigável. Annabeth só pode torcer para que os romanos vejam seu pretor Jason na embarcação e compreendam que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão ali em missão de paz.
Os problemas de Annabeth não param por aí - ela carrega no bolso um presente da mãe, que veio acompanhado de uma ordem intimidadora: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. A guerreira já carrega nas costas o peso da profecia que mandará sete semideuses em busca das Portas da Morte. O que mais Atena poderia querer dela?
O maior medo de Annabeth, no entanto, é que Percy tenha mudado. E se ele já estiver habituado demais aos costumes romanos? Será que ainda precisará dos velhos amigos? Como filha da deusa da guerra e da sabedoria, Annabeth sabe que nasceu para liderar; no entanto, também sabe que nunca mais vai querer viver sem o Cabeça de Alga.


Dica de Filme #2 - Mama

Oi pessoas lindas :D
Hoje venho aqui indicar mais um filme pra vocês. Talvez muita gente não goste de filme de terror, mas mesmo assim arrisco a tentativa.


Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe algo errado. As duas conversam frequentemente com uma entidade invisível, que chamam de "Mama". Lucas e Annabel não sabem se acreditam nas meninas, ou se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na casa.





Mama é um filme que estreou há pouco tempo nos cinemas brasileiros e eu estava com muitas expectativas à respeito dele. Apesar de algumas coisas, posso dizer que ele as cumpriu bem. Possui uma fotografia muito bonita, ótimas atuações e, para pessoas de coração fraco como eu, muita emoção.

O que ficou faltando realmente foi o terror que o filme promete. Consegui ficar um pouco tensa apenas no começo, mas não cheguei a me assustar de verdade em nenhum momento.


O que mais me marcou com certeza foi a relação de Annabel (Jessica Chaistain, que estava linda como sempre) com Lily e Victoria. Mas não vou me aprofundar nisso porque realmente quero que vocês assistam.

Fica aqui o trailer :D

Resenhando: Extraordinário


Livro: Extraordinário
Autor: R. J. Palacio
(virou moda abreviar o nome assim? Tipo J. K. Rowling, E. L. James, J. R. Ward etc)
Editora: Intrínseca
Avaliação: 4 estrelas 
(me chamem de sem coração, HAHA)
August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.


Tenho certeza que a mensagem do livro é linda, ele não forçou em nenhum momento algo apelativo, o modo e os recursos literários utilizados pela autora são realmente muito interessantes (algo que eu descreverei lá embaixo), porém deixo logo meu mas, faltou algo. 

A mensagem do livro é clara e simples, isso você pode detectar na sinopse e ele nenhum momento te leva para outra direção a não ser o preconceito e discriminação da ditadura da beleza, de tal forma exagerada que prejudica até uma criança, em sua inocência, apenas porque esta é, - utilizando as palavras do próprio livro - "deformada". Isso te faz refletir o quanto você não já olhou para alguém feio e julgou, o quanto você não já viu alguém com alguma síndrome ou doença que deixa sequelas e não quis tocar nem chegar perto, o quanto você julga. Digo isso porque eu já pensei em alguns momentos algo do tipo, não que me orgulhe disso, mas todo mundo pensa e é justamente o que August diz em uma passagem muito interessante do livro:

(...) E, depois dos primeiros dias, notei que eu tinha virado notícia, porque de vez em quando via uma criança cutucando o braço de um amigo enquanto passavam por mim, ou cochichando por trás da mão quando eu cruzava com elas. Posso imaginar o que diziam ao meu respeito. (...)
Não que elas fizessem por maldade. (...) A verdade é que, se de repente um Wookiee começasse a frequentar a escola, eu também ficaria curioso e provavelmente olharia um pouco para ele! E, se eu estivesse andando com o Jack ou com a Summer, talvez cochichasse: "Olhe ali o Wookiee."
Então digamos que esse é um livro que nos faz enxergar as coisas de outra forma, mostrar como é a visão da criança em si e de outras pessoas próximas. Outro ponto positivo foi justamente este, a autora narrou a história em várias versões, temos não só a visão de August (que narra a maior parte), como também a de sua irmã, de seus amigos, do namorado da irmã e de uma amiga dela. Isso enriquece muito o texto, de uma forma especial, porque podemos ver o quanto o amor e a amizade podem lutar e sofrer e ter seus momentos de fraqueza, como é a reação de quando alguém conhece Auggie, dentre outros. 

Neste aspecto, devo frisar que é notável a mudança de personalidades entre um narrador e outro, a autora não esconde aspectos um tanto desagradáveis e até faz questão de mostrá-los, o que foi algo muito positivo.  Por exemplo, na parte narrada por Justin, a autora usa um recurso mais pontuado e sem letras maiúsculas dando a entender uma mente mais bagunçada, que combinou muito com a pessoa a que se referiu. 

Depois de tantos elogios, você poderia me perguntar: 
- Então, o que faltou? 
Eu diria que faltou uma parte narrada por quem não gosta, por quem sente o preconceito, então o livro seria mais completo no meu entender, ou simplesmente uma atenção maior não só ao Julian, como aos seus pais, que são mentes um pouco doentias. 

O final do livro foi muito bom, passou a mensagem certa, simples e tocante, porém não me fez chegar aquele ponto do choro ou algo do tipo, foi bastante enriquecedor e eu recomendo sim. Só acho que vocês devem fazer uma leitura bastante consciente, para evitar o "foi só isso?" igual ao que me aconteceu, isso se chama excesso de expectativa. 

E ficar lá era horrível no começo. Cada aula nova era uma nova oportunidade de as crianças "não olharem" para mim. Elas me espiavam por trás dos cadernos quando eu não estava olhando. Evitavam esbarrar em mim a qualquer custo, dando a volta e pegando o caminho mais longo, como se eu tivesse algum tipo de germe que elas pudessem pegar; como se meu rosto fosse contagioso.

Antes de acabar, queria dizer que achei fantástica as referências a livros atuais e outros mais clássicos, como Guerra e Paz, Diário de um banana (que bom que eu já tinha lido o que ele comentou), o Hobbit, Nárnia etc.

Terminei de ler Guerra e Paz em outubro. É maravilhoso. As pessoas acham que é uma leitura difícil, mas é só um enorme romance, repleto de personagens que se apaixonam, brigam por amor, morrem por amor. Quero me apaixonar desse jeito um dia. 


Abro um espaço para dizer que Auggie é, realmente, Extraordinário, sensível, inteligente e uma pessoa muito boa, engraçada e legal.

Beijos,