O Que Rola Lá Fora #Abril



Oi gente =D Quanto tempo hein .. Gostaria de primeiramente pedir, mais uma vez, desculpas aos nossos queridos leitores pelo  "abandono" do blog. O fim de período foi puxado mas já estamos de volta a ativa então vamos ao que interessa!!!!

Esses foram os lançamentos internacionais  de Abril :


*O* pulos e gritinhos por Walking Disaster 



Só eu que amei essa capa de Life After Theft??


Então gente o que acharam? Qual desses vocês querem que seja publicados aqui no Brasil?




Divulgação: A outra Face do Desejo

Olha eu aqui trazendo novidades para vocês =D

Dia 07 de Maio vai acontecer o lançamento do livro A outra face do desejo do Luis Eduardo Matta lá na Livraria Travessa!!! Não Percam!



Confiram a sinopse:
Durante muito tempo, a publicitária Fernanda Soares de Lima, de 36 anos, teve um casamento estável, porém monótono. Quando o marido morre inesperadamente, a redoma de segurança que ela ergueu em torno de si é rompida e emoções há muito tempo adormecidas vêm à tona. A principal é a lembrança da única grande paixão da sua vida, Ricardo, que Fernanda conheceu no nal da adolescência e nunca mais viu desde então. Esse, porém, está longe de ser o maior problema da sua nova fase de vida. Fernanda ainda tem que lutar contra o ódio doentio da sogra, Adelina Figueroa, que arquiteta um plano diabólico para destruir a nora. A situação se agrava quando a melhor amiga de Fernanda é inexplicavelmente assassinada, transformando todos à sua volta em potenciais suspeitos. Em meio ao mistério em torno do crime, Fernanda tem sua vida abalada por uma sucessão vertiginosa de episódios inexplicáveis e aterrorizantes que ameaçam arruiná-la. E enquanto procura desesperadamente entender o que está acontecendo, ela reencontra sua antiga paixão, sem imaginar que ele pode se transformar no seu maior pesadelo. Misturando drama, amor, mistério e suspense, A outra face do desejo é um thriller envolvente que conduz o leitor pelos labirintos dos con fitos existenciais e afetivos até um desfecho surpreendente e assustador.













Resenhando: Ai meu Deus, ai meu Jesus

Oiii Leitores Mais uma resenha para vocês =D

Livro: Ai meu Deus, ai meu Jesus
Autor: Fabrício Carpinejar
Editora: Bertrand Brasil
Avaliação: 4 estrelas

Sinopse: Em Ai meu Deus, Ai meu Jesus, ele trata de situações e assuntos relacionados a amor e sexo. Em O Amor Esquece de Começar, o autor está casado e apresenta textos de exaltação às mulheres. Em Canalha!, já solteiro, ele faz uma ode à vida da conquista. Em Mulher Perdigueira, fala do começo da relação com sua esposa ciumenta. Finalmente, em Borralheiro, mostra a transformação definitiva de um solteirão convicto em um dono de casa. O livro é roupa de cama: Colcha, lençol e fronha de palavras. Preenchendo os vazios da cama, moldando as performances, detalhando os sentimentos, cobrindo e descobrindo o sexo. O encontro dos amantes, a rotina dos pais, a euforia do início do casamento, a negação do amor. Ao dissecar como ninguém a natureza da alma feminina, mais uma vez Carpinejar escancara a porta do quarto e trepa na nossa cara. Sem pudores, sem medo de se entregar e de ser visto. O que importa é aquele momento, seu significado, desdobramentos, motivos e inquietações.
Conheci esse autor através de um amigo e já  havia lido algumas crônicas  na internet na primeira oportunidade que tive não hesitei e comprei um livro dele para conheço-lo melhor e não me arrependi.

" E toda mulher vive de dúvidas, toda mulher é uma pergunta.Uma insaciável pergunta"

Esse livro é composto por 91 crônicas sobre sexo, amor e a vida conjugal. Carpinejar consegue mesclar momentos de  muito humor, algumas verdades incontestáveis e momentos de  reflexão. Gostei bastante das crônicas  o autor tem um jeito de escrever fluido e bem elaborado. As crônicas de sexo não são vulgares mesmo algumas contendo palavrões. Um ponto interessante é que algumas crônicas descrevem um pouco sua vida de casado.

"Você mentirá varias vezes que nunca o amará de novo e sempre amará , absolutamente por que não tem nenhum controle sobre o amor"

A pesar de generalizar um pouco o homem, a mulher e  casais esse é um daqueles livros em que vamos lendo e ao mesmo tempo afirmando com a cabeça, parei várias vezes para refletir sobre o que tinha lido e várias outras vezes sorrindo lembrando que algo parecido tinha acontecido comigo. Parece que o autor está conversando com você. rsrs A editora também fez um ótimo trabalho capa é muito bonita e a diagramação perfeita com pequenas ilustrações nas páginas. Com certeza recomendo!!



Livros em série #2: Feios

Quaaaaaaaaaaaaanto tempo eu não fazia isso... No comecinho do blog eu fiz sobre Dexter e depois abandonei a coluna, mas como ainda não tinha resenhado o primeiro volume de Feios e já fazia tempo que eu tinha lido, resolvi fazer a resenha da série completa, enfim, terminei Extras hoje e tenho algumas coisas para compartilhar com vocês! 

*Pode conter spoilers*

Livros: Feios, Perfeitos, Especiais, Extras
Autor: Scott Westerfeld
Editora: Galera
Avaliação da série: 4 estrelas

Tally está prestes a completar 16 anos, e ela mal pode esperar. Não por sua carteira de motorista – mas para se tornar bonita. No mundo de Tally, seu aniversário de 16 anos traz uma operação que torna você de uma horripilante pessoa feia para uma maravilhosa pessoa linda e te leva para um paraíso de alta tecnologia onde seu único trabalho é se divertir muito. Em apenas algumas semanas Tally estará lá. Mas a nova amiga de Tally, Shay, não tem certeza se ela quer ser bonita. Ela prefere arriscar sua vida do lado de fora. Quando ela foge, Tally aprende sobre um lado totalmente novo do mundo dos bonitos – que não é tão bonito assim. As autoridades oferecem a Tally sua pior escolha: encontrar sua amiga e a entregar, ou nunca se transformar em uma pessoa bonita. A escolha de Tally faz sua vida mudar pra sempre.


Tally finalmente é perfeita. Agora seu rosto está lindo, as roupas são maravilhosas e ela é muito popular. Mas por trás de tanta diversão – festas que nunca terminam, luxo e tecnologia, e muita liberdade – há uma incômoda sensação de que algo importante está errado. Então Tally recebe uma mensagem, vinda do seu passado, que a faz se lembrar qual é o problema na sua vida perfeita. Agora ela precisará esquecer o que sabe ou lutar para sobreviver – as autoridades não pretendem deixar que alguém espalhe esse tipo de informação.




Circunstâncias especiais. As palavras dão arrepios a Tally desde seus dias como uma repugnante e revoltada Feia. Naquela época, especiais eram um boato sinistro - assustadoramente bonitos, perigosamente fortes, chocantemente rápidos. Perfeitos comuns podem viver uma vida inteira sem conhecer um especial. Mas Tally nunca foi comum. E agora ela se tornou um deles: uma super máquina de combate, construída para manter os feios humilhados e os perfeitos idiotas. A força, a velocidade, e a clareza e foco de seus pensamentos é a melhor coisa que Tally consegue lembrar. Na maior parte do tempo. Uma pequena parte do seu coração ainda se lembra de algo mais. Mesmo assim, é fácil ignorar isso - até Tally oferecer-se a acabar permanentemente com os rebeldes de New Smoke. Tudo se resume a uma escolha: escutar seu coração ou realizar a missão para que foi programada. De qualquer jeito, o mundo de Tally nunca mais será o mesmo.

No quarto livro da série, A Era da Perfeição ficou no passado. A libertação promovida graças aos esforços de Tally Youngblood deu fim a uma cultura onde a beleza e as modificações cerebrais, que transformavam todos em avoados, eram a base do sistema. Nesse novo mundo onde Aya Fuse — não apenas uma Feia de 15 anos, mas uma Extra — tenta sobreviver, existe uma coisa muito mais importante e poderosa do que a beleza: a fama. Ocupando o 451.611º lugar em uma tabela que mede a popularidade das pessoas, Aya é só uma Extra nesse complexo sistema social. Mas a descoberta de um grupo de misteriosas meninas que se arriscam a surfar em trens magnéticos pode ser a oportunidade perfeita para alcançar o seu lugar no topo. Uma matéria tão boa que irá despertar o interesse de todo mundo, incluindo alguém há muito desaparecido.




O post já começou bonito pelas capas mais que perfeitas dessa série <3. Não encontrei erros que eu me lembre de ortografia ou impressão borrada nesses livros, como eu encontrei facilmente em outros da mesma editora.

De uma maneira geral, o tema abordado é bem interessante e essa foi uma distopia com um rumo totalmente original e relevante. Não vou negar que no começo do primeiro livro, a leitura não flui muito rápido e há horas um pouco maçantes, mas a partir da página 80, por aí, Scott consegue dar um rumo legal para a história. O segundo e terceiro livros pegam um ritmo bem mais rápido de leitura. 

No primeiro livro, tudo o que Tally sonha ser é uma perfeita. Na cidade dela, ao fazer 16 anos você passa por uma operação que te deixa perfeito, isso mesmo, a pessoa fica bonita. Bonita e fútil, ao meu ver. Tudo o que eles mais se preocupam é com as festas que irão no outro dia e que roupas vão usar. Porém, há um sistema de governo instigante por baixo de tanta perfeição. Quando Tally conhece Shay, antes que as duas sejam operadas (elas nasceram no mesmo dia), encontra uma amiga de verdade, só que as ideias de Shay sobre a Nova Perfeição são um pouco deturpadas e Shay faz de tudo para evitar a operação, de forma que foge. Tally recebe a missão de ir atrás dela e trazer a amiga em segurança para a paz da cidade, só que as coisas não saem bem como o planejado e Tally se envolve cada vez mais com pessoas que têm as mesmas ideias de Shay - não querem passar pela operação. 

"A perda da personalidade - o que definia cada um em seu interior - era o preço a se pagar pela beleza."
O decorrer do enredo envolve traições demais para serem relatadas aqui. Ao descobrir o que se passa realmente em sua cidade, Tally se arrisca para conseguir promover uma cura para seus amigos, daí o ponto onde inicia a nova trama e Tally está de volta à cidade com tudo o que ela sempre sonhou e Shay de brinde.

"Largados à própria sorte, os seres humanos são uma praga. eles se multiplicão sem controle, consomem toos os recursos naturais, destroem tudo em que botam as mãos."

Sobre o segundo livro, acho que foram utilizadas vezes demais a palavra borbulhante. Essa expressão quer manifestar o tamanho da superficialidade dos perfeitos, mas em algumas horas se tornou cansativa, apesar do livro ser melhor que o primeiro. Neste, Tally conhece um novo alguém e deixa a Fumaça para trás, com David e tudo o mais. Ela não se lembra de quase nada do seu passado e conta com a ajuda de seus amigos para entrar num determinado grupo de perfeitos chamado Crim. 

Novos acontecimentos fazem com que Tally se depare uma vez mais com a opressividade da sociedade em que vive e que constate que o sistema não está certo de forma alguma. Quando consegue desafiar uma vez mais esta sociedade, os acontecimentos a derrubam mais uma vez. Uma verdadeira crítica à exaltação da beleza e à futilidade.

Tally se torna um ser desprezível e nos deparamos outra vez com uma expressão marcante: sagaz. Essa, por sua vez, demonstra a superioridade inata de quem passou por essa transformação, com o cérebro modificado a pessoa, ou arma letal, como queira chamar, passa a desprezar todos que não são como ela (isso me lembrou um pouco nossa sociedade, só um pouco). Tally se vê lutando contra si mesma o tempo todo, numa constante luta pela superação de seus sentimentos de nojo e superioridade. Outra vez, ela precisa lutar contra o mundo. 

"A decisão tinha a ver com quem Tally Youngblood era por dentro, fosse feia, perfeita ou especial..."
Especiais nos mostra como o ser humano pode ser realmente destruidor e só pensar no proveito próprio ou justificar tudo o que ele faz afirmando que é para um bem maior. A série findaria nesse livro, porém Scott decidiu dar um outro rumo e criar um novo final, apesar de eu ter achado o do terceiro bastante bom. 

"Acho que as às vezes a pessoa tem que mentir para descobrir a verdade."

Em Extras, a narradora não é mais Tally Youngblood e sim Aya Fuse. Aya vive no período pós-libertação, onde o sistema que vigora não é mais o da beleza e sim o da fama (grande mudança, a meu ver!). Aya precisa arranjar uma reportagem que a deixe realmente famosa, fazendo com que ela deixe de ser uma figurante, uma extra.  

Scott critica intensamente este outro aspecto da sociedade e você consegui sentir a ironia nas entrelinhas. No estilo da leitura, essa foi mais lenta do que os dois livros anteriores, porém um pouco mais fácil do que a do primeiro livro. Demora um tempinho para avançar, mas quando você pega o ritmo vai até o fim. 

Muita gente que lê o primeiro livro ou o abandona ou desiste dessa saga, eu fui uma das que gostou e decidiu continuar. Acho que ela merece realmente uma chance, por ser um livro que te faz pensar muito sobre a que ponto podemos chegar e a que ponto nós já chegamos. Há também muitas referências à época de destruição, armas biológicas e bombas. 

O tema poderia ter sido um pouco melhor explorado e algumas coisas muito nerds, um pouco mal explicadas, mas eu realmente recomendo e deixo uma avaliação de 4 estrelas para cada um dos livros. 

Beijos, 




Resenhando: Simplesmente Ana


Livro : Simplesmente Ana
Autora: Marina Carvalho
Editora: Novo Conceito
Avaliação: 4 estrelas


Imagine que você descobre que seu pai é um rei. Isso mesmo, um rei de verdade em um país no sudeste da Europa. E o rei quer levá-la com ele para assumir seu verdadeiro lugar de herdeira e futura rainha… Foi o que aconteceu com Ana. Pega de surpresa pela informação de sua origem real, Ana agora vai ter que decidir entre ficar no Brasil ou mudar-se para Krósvia e viver em um país distante tendo como companhia somente o pai, os criados e o insuportável Alex. Mudar-se para Krósvia pode ser tentador — deve ser ótimo viver em um lugar como aquele e, quem sabe, vir a tornar-se rainha —, mas ela sabe que não pode contar com o pai o tempo todo, afinal ele é um rei bastante ocupado. E sabe também que Alex, o rapaz que é praticamente seu tutor em Krósvia, não fará nenhuma gentileza para que ela se sinta melhor naquele país estrangeiro. A não ser que Alex não seja esta pessoa tão irascível e que príncipes encantados existam.



Simplesmente lindo. É assim que defino esse livro. Desde que li a sinopse me encantei a história, afinal quem não quem nunca sonhou em ser uma princesa? rsrsr E assim que tive a oportunidade não hesitei em comprá-lo.

Ana é uma mineira, universitária de bem com vida, quase apaixonada, vivendo linda e feliz aqui no Brasil com sua mãe quando de repente descobre que tem um pai e que ele é rei de uma pequena nação européia chamada Krósvia. Andrej, rei e pai de Ana, convence a filha, um pouco relutante por ter que deixar faculdade, amigos e seu quase namorado Artur, a passar um semestre com ele e conhecer o outro lado da sua família e recuperar o tempo perdido com a  filha.

Ana é muito bem recebida na Krósvia  tanto pelos familiares quanto pelos empregados. Claro como todo bom conto de fadas tem que ter um príncipe e esse papel ficou com o mauricinho-gostosão-com tatuagem- sexy  Alexander, Alex para os intimos. Alex é enteado do rei e vai ficar encarregado de ajudar Ana com os novos costumes.

"Então ele se aproximou devagar e estendeu o braço em minha direção. Ele vai me tocar! Pensei, excitada demais para o meu gosto"

Entre os personagens o que eu mais gostei foi Alex, como resistir a um cara lindo, educado, inteligente e com um quezinho de bad boy? Gostei da Ana também, mas às vezes ela me parecia meio infantil. Achei que faltou um pouco mais de desenvolvimento da história de pai e filha mas percebi que o foco era no romance por isso relevei. O enredo do livro é simples e empolgante daqueles que te prende e é narrado pela protagonista.

" - O que tem debaixo dessa manta? - Quis saber, com os olhos carregados de segundas intenções  - Simplesmente Ana."

Marina Carvalho foi muito muito feliz ao escrever esse livro com citações atuais de pessoas, acontecimentos, músicas e bandas e usando até algumas gírias. Algumas coisas me lembraram O Diário da Princesa da Meg Cabot, talvez por o plot ser parecido, o que pode levar a comparações, mas na minha opinião Ana é muito mais legal que a Mia (Sorry Meg). A Editora também está de parabéns a capa é linda, a diagramação está perfeita e não encontrei nenhum erro. Super Recomendo!


Promoção 1000 likes

Oii Gente!
O blog está lançando mais uma promoção mas  para essa promoção rolar precisamos da ajuda de vocês!
 É fácil basta curtir a página do blog no facebook  aqui  e se chegarmos a 1000 likes  até SEXTA FEIRA ( 12/04) sortearemos  um livro e o ganhador poderá escolher um entre 3 opções que vamos divulgar depois!!!!!  



Então não percam tempo  Curtam ,Compartilhem e Concorram!! Beijos




Perfil de personagem: Tris Prior

Personagem: Tris Prior
Livro: Divergente
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco

Resolvi voltar a fazer o perfil de personagem, que ninguém nunca mais fez aqui, rs. 
Hoje trago a heroína de Divergente, que diga-se de passagem, eu amei com toda a minha fixação em distopias (mesmo que elas tenham sempre um motivo e história semelhantes, sem ofender). 

Para quem não leu conseguir entender, trago a sinopse do livro:

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.






Tris é uma filha da Abnegação, porém tem que fazer uma escolha, mudar de facção ou continuar na "sua". 
Como posso caracterizar Tris? Guerreira, sem falsas hesitações ou arrependimentos. Aquele pedacinho de saudade com uma pitada de culpa e no fundo ela sabe que seguiu o que era melhor para si. Ela toma suas decisões com segurança e sim, ela enfrenta dignamente seus medos.

Longe de se tornar um clichê do gênero, Tris cresce e se encontra e nos envolve nos seus problemas. Ela não é nem um pouco burra e coragem não lhe falta, apesar do seu porte físico pouquinho. Merece meu respeito! 

A Abnegação é uma facção que, como o próprio nome diz, só enquadra pessoas que antes de pensar em si, pensam nos outros. O famoso altruísmo, uns têm, outros não. Tris se sente um pouco deslocada nesse mundo, apesar de também  possuir essa inegável característica. Ela é uma Divergente. Por causa de sua facção de nascença, Beatrice (como é o seu verdadeiro nome) conserva os cabelos sempre presos, loiros e uma aparência sem graça. Mas ela quer mudar. E talvez mude. 

Bom, sei que muita gente aqui ainda não leu e por isso não entrarei em maiores detalhes. Mas cada pedacinho desse perfil me lembrou algum momento do livro (eu me roendo para falar mais sobre ela). 

A notícia velha é que Tris será interpretada por Shailene Woodley nos cinemas. Eu aqui ansiosa pela estréia (próximo ano) e que não me decepcione, por favor! Acho que Shailene é muito a cara da Tris (fisicamente pelo menos). 

Beijoks <3